Vapor é fonte de economia na AZALÉIA |
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Forma de energia se mostrou mais adequada para a nova instalação da empresa na Bahia |
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A Calçados Azaléia é a maior indústria de calçados femininos do Brasil e uma das cinco maiores do mundo. O que hoje é uma realidade vitoriosa, em 1958 parecia um sonho
distante. De uma produção de apenas 10 pares de sapatos por dia, feitos naquela época em um galpão de madeira alugado a Azaléia chegou hoje à marca de 135 mil pares
diários, produzidos em modernos complexos industriais. Essa estrutura é formada por cinco fábricas próprias, onze fábricas terceirizadas e oito cooperativas de trabalhadores.
O grupo Azaléia produz mais de 30 milhões de pares de calçados ao ano, além de diversos insumos com alta tecnologia: solados em borracha, poliuterano e EVA, enfeites galvanizados, adesivos, couro até a fase de
semi-acabamento e embalagens de diversos. Para manter o alto nível de qualidade e a velocidade de toda esta produção, o Grupo Azaléia vem investindo em novas unidades.
Acompanhando este desenvolvimento, a mais recente instalação da Azaléia, em ltapetinga (BA), foi inaugurado há
um ano com um novo projeto de insta ação e montagem dos equipamentos, utilizando o vapor como fonte de energia
para o aquecimento das estufas que fazem a fundição de polímeros de P.U. (matéria-prima utilizada na produção do solado dos calçados). Projeto de sucesso
Devido às características do processo, o sistema é compacto. O
projeto surgiu da necessidade atual de substituir a energia elétrica, até então utilizada nas estufas das outras unidades da
Azaléia, por uma energia mais econômica. As resistências elétricas, que aqueciam as estufas, foram substituídas por uma
serpentina construída com tubos aletados para uma melhor troca térmica na geração de ar quente. O sistema de controle
de vapor é composto por uma válvula BRV2, que reduz a pressão de linha para uma pressão de trabalho em torno de
3kg/cm2. O controle de temperatura é feito por um controlador eletrônico que aciona uma eletroválvula, abrindo e fechando o vapor conforme a necessidade. Após a
serpentina, um circuito típico de purga-dor de bóia devolve o condensado à linha de retorno.
"O vapor proporcionou uma redução no tempo entre as bateladas, melhorando a performance da estufa e proporcionando uma economia de 30% no custo da energia",
conta o engenheiro Marcos Anélio Pereira dos Santos, gerente de manutenção da Azaléia. Desenvolvido pelo Suporte Engenharia (distribuidor e assistência técnica da Spirax Sarco em Belo Horizonte) o
projeto utilizou produtos e acessórios Spirax Sarco. "Optamos desde o início pelos equipamentos da Sarco por sua
excelente qualidade e pela manutenção dos equipamentos, que é bem simples", afirma Enio Vanderlei, supervisor de instalação e montagem. "Contamos também com o bom atendimento dos fornecedores que mantêm sempre em dia a
reposição de peças", complementa.
O projeto trouxe tantos benefícios que, além da unidade de ltapetinga, duas outras unidades da Azaléia já estão operando com o novo sistema.
Fonte: Notícias Spirax Sarco Nº 34 |